terça-feira, 1 de julho de 2014

Tutu {história}

Em 1832 Marie Taglioni imortalizou este tipo de roupa: tratava-se de um corpete apertado e uma saia de várias camadas, que se alonga quase até o tornozelo, também chamado de Tutu Romântico, e quando é curto chama-se Tutu Italiano.

A primeira apresentação da peça "As Sílfides" esta vestimenta passou a ser a norma de excelência das bailarinas.

Mais tarde, o Tutu Romântico, branco e longo, marcados por bailarinos em "Giselle", "Las Bayaderas", passou a ser utilizado como padrão. 

O Tutu Romântico, ou Italiano, é uma sobreposição de saias curtas e rígidas, em forma de pétalas ao redor do quadril da bailarina e deixando expostas as pernas, geralmente é um conjunto de saiotes brancos, embora haja uma variedade colorida e brilhante.

O tutu (pronuncia-se "titi" ou too-too) é uma parte do vestuário do ballet, são roupas usadas pelas bailarinas. Quando apareceu, em 1820, não foi referenciado como tutu. Esse nome foi dado a partir de 1881.

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